Archive for agosto, 2009

LEPTOSPIROSE

É uma doença contagiosa provocada por uma bactéria. Provoca vários sintomas: febre, vómito, desidratação, falência hepática ou renal aguda e aparecimento de pequenas hemorragias. O tratamento pode ou não resultar, e consiste na administração de antibióticos, juntamente com medidas de suporte do estado hídrico do animal. De qualquer forma, é sempre de ter em conta que um esquema de vacinação actualizado, diminue sempre a frequência e/ou gravidade da doença.

Postado por admin - 31 de agosto de 2009 at 23:32

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ESGANA

É uma doença muito contagiosa. È causada por um vírus que aparece mais frequentemente nos cachorros ou nos cães mais idosos. Os sintomas são variados e vão desde uma simples constipação, a convulsões com possíveis paralisias. Muitas vezes os que recuperam podem ficar com “sequelas” que se traduzem por contrações musculares não controladas. A melhor forma de prevenir esta doença, é mantendo a vacinação do seu cão actualizada, pois o tratamento pode ser inútil mesmo com o uso das técnicas e medicamentos mais modernos. O tratamento consiste essencialmente em controlar as infecções secundárias que poderão aparecer no cão debilitado, na desparasitação e na manutenção de uma nutrição e hidratação equilibradas.

Postado por admin - 31 de agosto de 2009 at 23:29

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Pitbull Processo de Reprodução

O primeiro cio de uma cadela pode ocorrer dos 6 aos 24 meses de idade, dependendo da precocidade do animal.
O cio ocorre, normalmente, duas vezes por ano, podendo em alguns casos chegar a 3 cios anuais.
A gestação dura, em média, 62 dias e pode variar entre 60 e 65 dias.
A fêmea do Pit Bull costuma parir de 7 a 12 cachorros por gestação e dificilmente há problemas de parto.
É muito fácil reconhecer uma cadela que está entrando no cio. No início, ela apresenta um comportamento mais calmo, surgindo após alguns dias um corrimento aquoso. Logo em seguida, este corrimento passa a ser de sangue. O criador poderá notar que, quase sempre, a vulva fica inchada. Esta fase dura cerca de 10 dias, quando diminui o corrimento.
A partir daí, a fêmea passa a aceitar a cobertura do macho.
Entretanto, é recomendável que a cadela seja coberta apenas a partir do terceiro cio.
A fêmea deve ser colocada com o macho no décimo dia do início do cio, quando entra no período fértil.

O local onde vai ocorrer o parto deve ser forrado com jornais e panos cinco dias antes da previsão do nascimento doscachorros.
No dia do parto, é normal que a cadela fique ansiosa. O criador deve deixá-la tranqüila e, caso ocorra alguma anomalia, chamar um veterinário.

Quantos aos cachorros, devem permanecer o tempo todo com a mãe nos 20 primeiros dias de vida. Após 30 dias de nascidos, os cachorros começam a receber alimentação complementar que deve ser feita com ração específica e o desmame feito quando completarem 40 dias de idade.

Não esqueça que cabe aos donos dos animais dar uma boa educação aos mesmos para que sejam sociáveis e mudar esta visão enganosa que as pessoas têm sobre a raça. Um tratamento com muito amor e carinho é o suficiente para o bom equilíbrio do cão.

Postado por admin - 31 de agosto de 2009 at 23:24

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O que são Suplementos alimentares

Suplementos alimentares são produtos destinados a complementar a dieta normal tanto em calorias como também em proteínas, carboidratos, gorduras, vitaminas, minerais e fibras, podem estar juntas ou ser específicas (dependendo das necessidades de cada cão).
Os suplementos existem para atender necessidades, como para melhora de estado físico (Ex.: aumento ou diminuição de peso) ou para cães que necessitam de suplementação específica, tanto para atletas de Agility, Pulling, etc, quanto para melhora de estado de saúde. Evidentemente que tais produtos não são destinados a substituir a dieta normal do cão, mas sim funcionam como coadjuvantes para a melhora da condição física.

Entre os suplementos, os mais utilizados em Pit Bulls, Staffordshires, Rottweilers e American Bulldogs são os protéicos (produtos de predominância de proteínas em sua composição e tem como intuito aumentar a ingestão destes nutrientes ou complementar a dieta, cujas necessidades protéicas não estejam sendo supridas satisfatoriamente pelas fontes alimentares habituais) e os vitamínicos (sobretudo aqueles com concentração de vitaminas do complexo B).

Por outros fatores, como por exemplo a idade, alguns animais podem apresentar problemas que levam à necessidade de adequação da dieta e ao uso de suplementação alimentar. Tais como:

• Suplementação com complexo B, vitamina A e gorduras essenciais por causa da pelagem;
• Hipertrofia da próstata, que comprime e reduz os movimentos do intestino;
• Problemas de coluna, que podem causar paralisia parcial ou integral do intestino;
• Problemas nos rins, que necessitam de dieta hipoprotéica e suplementação de complexo B e vitamina C;
• Necessidade de reposição de cálcio para manutenção dos ossos;
• Suplementação com minerais (sobretudo ferro e complexo B) para animais com problema de medula óssea, que se torna insuficiente para a produção de glóbulos vermelhos.

Postado por admin - 31 de agosto de 2009 at 23:21

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Alimentação do seu cão Pitbull

O cão, no seu estado selvagem era um animal cuja alimentação era essencialmente carnívora. Vivendo em matilha, caçava pequenas presas que devorava juntamente com os restantes membros do grupo. Este facto, levou a que durante muitos anos, se defendesse que os cães deveriam ser alimentados à base de carne crua. Verificou-se depois, que isso era insuficiente para satisfazer as suas necessidades, pois apesar de lhe ser fornecida proteína em quantidade, surgiam carências em açúcares, gorduras e fibras; Talvez isto se justificasse porque na natureza, apesar do cão se alimentar apenas da sua presa, ingeria fibras presentes na pele, assim como gordura.

Há veterinários que defendem, ainda, que uma alimentação correcta deve incluir algumas refeições de carne crua, no entanto, tem-se verificado cada vez menor aceitação de tal teoria, pois essa carne crua é eventual transmissora de doenças.

Alguns proprietários, recorrem a sobras das suas próprias refeições para alimentar os seus animais de estimação: contam estar a fazer o certo, fornecendo ao animal uma alimentação variada, saborosa (graças aos temperos utilizados) e que lhe dá imenso prazer, nomeadamente ao roer ossos que sobraram do almoço ou jantar da véspera. Estes donos, com boas intenções, estão a prejudicar o seu animal. Embora muita gente considere que “o cão é para comer restos”, o seu aparelho digestivo é tão sensível como o do humano ou mesmo mais; Não tolera certos alimentos (carne de porco e derivados, por exemplo), e os temperos prejudicam, inclusive a qualidade do pêlo. Os ossos, que tanto prazer dão ao animal, chegam a ser fatais, principalmente se forem fáceis de transformar em lascas, as quais ao progredirem ao longo do tubo digestivo vão causando diversas feridas ou mesmo perfurações gravíssimas.

O amor que alguns proprietários dedicam ao seu animal faz com que lhe pretendam dar o melhor tipo de alimentação possível: Dedicam horas à preparação de cozinhados mais ou menos elaborados, em que incluem carne ou peixe da melhor qualidade, legumes variados e arroz ou massa, por vezes condimentando para dar “mais gosto”. Dificilmente aceitam que o cãozinho não se importe de comer duas refeições seguidas do mesmo alimento. Esta forma de alimentação, aproxima-se mais do que seria ideal, pois entra-se em conta com as diferentes necessidades do animal, no entanto, é praticamente impossível em nossas casas, elaborar refeições que englobem tudo o que o cão necessita e principalmente nas doses adequadas. Para além deste contra, é um tipo de alimentação que se torna muito caro e trabalhoso, principalmente se se tratar de um animal de raça grande.

O mercado dos produtos para animais aumentou imenso nos últimos dez anos e com ele a indústria dos alimentos para cão, que evoluiu de tal forma que são inúmeras as marcas que conseguimos encontrar nas prateleiras dos supermercados, com embalagens mais ou menos atractivas e preços acessíveis. Contudo nem todas as marcas têm a qualidade que pretendemos fornecer aos “nossos amigos de quatro patas”.

Os alimentos enlatados, extremamente apetitosos para os cachorros e cães adultos, são facilmente degradáveis uma vez aberta a embalagem; Para além disso, incorporam uma elevada percentagem de água, o que faz com que o animal não veja satisfeitas as suas necessidades. Muitas vezes os corantes e conservantes associados fazem com que os cães mais sensíveis se ressintam, apresentando distúrbios intestinais (timpanismo – “gazes abdominais”, diarreias, vómitos…

A forma mais correcta de alimentar o nosso animal de estimação passa pela compra de rações leofilizadas, vulgarmente designadas de “rações secas”, “croquetes” ou “bolinhas”. Existem nas mais variadas formas e paladares, com embalagens que vão desde poucas gramas até cerca de 20 quilogramas. Duma forma geral são agradáveis ao paladar do animal, tendo como vantagens o facto de serem extremamente práticas, prontas a comer, exigindo apenas uma taçinha de água ao lado para que o animal sacie a sede, enquanto se vai deliciando com este tipo de alimento.

Dentro das várias marcas disponíveis, podem-se distinguir dois tipos: a gama standard, de larga distribuição a supermercados, e a gama dito premium que só é comercializada em lojas da especialidade e clínicas veterinárias. As primeiras são vendidas a preços extremamente acessíveis, mas nem sempre são de boa qualidade. Nas premium prima-se pela utilização de ingredientes de melhor qualidade – opta-se geralmente pela carne fresca, com elevada digestibilidade e responsável pelo aporte da proteína animal que deve corresponder a um mínimo de 12% (o ideal é 25%) da energia fornecida pela ração; teor em fibra (geralmente sob a forma de trigo, arroz ou milho, sendo o primeiro, o mais facilmente digerível) entre os 2 e 5%, assegurando correcto funcionamento gastrointestinal, sem excessos que aumentem o volume fecal; maior quantidade de cálcio para cães em crescimento ou cadelas em lactação(cerca de 1.3%), menor teor de gordura para animais obesos, por oposição aos 30% a fornecer a uma fêmea em lactação, assim como suplementos ricos em vitaminas (A, C, D, E, K e complexo B), etc. O correcto balanceamento dos nutrientes faz com que o animal ingira diariamente pequenas quantidades de alimento; A simultânea ou posterior ingestão de água, fará com que os pedaços de ração aumentem de volume no estômago (ao serem hidratados) e o animal fique satisfeito. Desta forma, uma ração que à primeira vista pareceria muito cara, torna-se bem mais económica:

- o animal come menor quantidade, e a embalagem torna-se mais rentável;

- não temos qualquer incómodo a confeccionar alimento;

- salvo em casos de crescimentos rápidos, dispensa-se os suplementos vitaminicos e minerais;

- o animal crescerá saudável, com pêlo brilhante, pele saudável, dentes sãos (menor tendência à formação de tártaro) e fezes sempre moldadas.

Para satisfazer o animal mas essencialmente para que o dono sinta que está a dar um prazer especial ao seu cão, pode fornecer-lhe muito espaçadamente (no máximo, uma vez por semana) uma refeição confeccionada por si, incluindo sempre carne (nunca de porco, e sempre desossada) ou peixe cozido, sem tempero, acompanhada por arroz cozido e com legumes (cenoura, nabo, agrião, alface…). Como “mimo”, o cão só deve comer, esporadicamente, biscoitos próprios para cães, ou pedaço de fruta, cenoura crua; por vezes uma bolacha de água e sal. Se pretender dar um osso ao seu cão para que ele o roa demoradamente, recorra unicamente ao osso do joelho de vaca, o qual ele não conseguirá fragmentar, e portanto não lhe causará problemas.

Seguindo estes conselhos, os nossos amiguinhos felpudos crescerão mais saudáveis e poderemos partilhar a sua companhia durante muito tempo.

Postado por admin - 31 de agosto de 2009 at 23:18

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