Saúde

saúde do cão pitbull

O que são Suplementos Alimentares

Suplementos alimentares são produtos destinados a complementar a dieta normal tanto em calorias como também em proteínas, carboidratos, gorduras, vitaminas, minerais e fibras, podem estar juntas ou ser específicas (dependendo das necessidades de cada cão).
Os suplementos existem para atender necessidades, como para melhora de estado físico (Ex.: aumento ou diminuição de peso) ou para cães que necessitam de suplementação específica, tanto para atletas de Agility, Pulling, etc, quanto para melhora de estado de saúde. Evidentemente que tais produtos não são destinados a substituir a dieta normal do cão, mas sim funcionam como coadjuvantes para a melhora da condição física.

Entre os suplementos, os mais utilizados em Pit Bulls, Staffordshires, Rottweilers e American Bulldogs são os protéicos (produtos de predominância de proteínas em sua composição e tem como intuito aumentar a ingestão destes nutrientes ou complementar a dieta, cujas necessidades protéicas não estejam sendo supridas satisfatoriamente pelas fontes alimentares habituais) e os vitamínicos (sobretudo aqueles com concentração de vitaminas do complexo B).

Por outros fatores, como por exemplo a idade, alguns animais podem apresentar problemas que levam à necessidade de adequação da dieta e ao uso de suplementação alimentar. Tais como:

• Suplementação com complexo B, vitamina A e gorduras essenciais por causa da pelagem;
• Hipertrofia da próstata, que comprime e reduz os movimentos do intestino;
• Problemas de coluna, que podem causar paralisia parcial ou integral do intestino;
• Problemas nos rins, que necessitam de dieta hipoprotéica e suplementação de complexo B e vitamina C;
• Necessidade de reposição de cálcio para manutenção dos ossos;
• Suplementação com minerais (sobretudo ferro e complexo B) para animais com problema de medula óssea, que se torna insuficiente para a produção de glóbulos vermelhos.

Postado por admin - 7 de setembro de 2009 at 11:30

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O que são esteroides anabólicos, anabolizantes, bombas

Um Esteróide Anabólico (Anabolizante, AE, Bomba, etc) é todo hormônio que possua um núcleo esterol na sua estrutura química e que estimule a construção de um tecido, nesse caso, o muscular. Vários hormônios são anabólicos sem serem esteróides (HGH, Insulina, etc) e vários são esteróides sem serem anabolizantes (cortisol, aldosterona, etc).

Os AE agem basicamente no organismo aumentando o anabolismo (produção de músculo) e diminuindo o catabolismo (destruição do músculo). Em sua ação direta encontramos o favorecimento de balanço nitrogenado positivo e o aumento da síntese protéica muscular (aumento do número de mensagens para essa síntese pelo RNA mensageiro) e em sua ação indireta está a inibição da ação catabólica do cortisol, favorecer o aumento do IGF 1 e possivelmente a inibição da atividade da miostatina. Diversos AE possuem ação não relacionada com os receptores androgênicos, mas ainda não estão totalmente esclarecidas (como exemplo os produtos como Stromba, Nabolic e Winstrol, a base da droga Estanozolol).

Como muito ouve-se falar existem drogas muito tóxicas para o fígado, estas são chamadas de 17 Alfa-alquilado (17 AA) e são Esteróides aos quais foi anexado um grupamento químico alquil na posição alfa do carbono 17, isso impede a hidrolização do AE na primeira passagem pelo fígado, fazendo com que a droga tenha que passar várias vezes por esse órgão até ser totalmente metabolizada, aumentando o tempo de vida útil e ação periférica no tecido muscular do AE, mas esse processo faz com que as células hepáticas trabalhem muito além do normal, o que pode causar inflamação e extravazamento das enzimas, aumentando os valores de TGO e TGP em testes sanguíneos. Geralmente esse processo é transitório e não causa sintomas de doenças no fígado e com a descontinuação do uso da droga os problemas tendem a regredir. Entre os produtos tóxicos ao fígado, os mais conhecidos são o Hemogenin (Oximetolona) e o Winstrol Depot (Estanozolol aquoso).

Já com as drogas androgênicas, como exemplo as testosteronas, ocorre a aromatização que é a conversão de androstenediona e testosterona em estronas e estrogênio pela enzima aromatase.
Quanto ao risco de haver atrofiamento dos testículos:

A administração de quantidades adicionais de AE (com exceção da Mesterolona) inibe o eixo hormonal, iniciando pelo hipotálamo, e como esse para de produzir o GnRH, todos os estímulos são interrompidos, e os testículos param de funcionar. Tentar manter as doses em quantidades mínimas eficazes e por um tempo razoável é útil. Em algumas ocasiões, devido a altas doses de drogas androgênicas, os testículos do cão atrofiam permanentemente.

Postado por admin - 7 de setembro de 2009 at 11:29

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Ação dos anoblizantes no organismo

Os Esteróides Anabólicos Androgênicos (AAE) são hormônios sintetizados similares a Testosterona natural e possuí tanto propriedades androgênicas quanto anabólicas. Dentre os efeitos androgênicos o mais preocupante é a agressividade que tais drogas causam nos cães e entre os efeitos anabólicos destaca-se o desejado aumento da massa muscular do cão. Como existem drogas com diferentes combinações e estruturas químicas, ocorrem também diferentes níveis destes tipos de reações.

Após ser administrado, as moléculas de AAE são carregadas por outras moléculas, chamadas TeBG.a Sua atuação inicia-se após ela entrar na célula através de um receptor específico, somente esse processo já gera uma maior produção de AMP-C, aumentando o metabolismo.

Dentro do citoplasma o AAE liga-se a uma grande molécula composta de aminoácidos, o receptor androgênico (RA), somente após esta ligação inicia-se a ação. Depois de ativado este receptor migra para o núcleo da célula onde encontra outro receptor e une-se a determinadas regiões do DNA, então alguns genes iniciam a produção de RNA-m intensificando a transcrição de genes específicos.

A partir da mensagem carregada pelo RNA-m ocorre a síntese protéica.
Actina e miosina são os principais componentes dos músculos, e são exemplos de proteínas; tais proteínas são produzidas, em última instância, como conseqüência da produção de RNA-m. A quantidade de moléculas de RNA-m produzidas é que, de modo geral, corresponde a quantidade de proteínas que são sintetizadas Sabe-se que a atuação dos AAE é um processo que envolve diversas etapas e a soma da evolução de cada uma delas é que definirá o resultado final.

Possivelmente esta não é a única maneira de actuação, existem outras como por exemplo a competição com o Cortisol pelos receptores, que gera o efeito anti-catabólico e a activação do zif268. Até mesmo porque se essa fosse a única forma de ação deles, as doses mais concentradas não causariam efeito superior tendo em vista que saturariam rapidamente todos os receptores.

Postado por admin - 7 de setembro de 2009 at 11:24

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O que é Metabolismo, Anabolismo, Catabolismo

METABOLISMO:
Representa um conjunto de reações químicas enzimáticas (bastante complexas) que ocorre em todos os sistemas celulares biológicos dos seres vivos.

ANABOLISMO:
É a biossíntese de moléculas mais estruturadas e complexas, a partir de pequenas moléculas mais simples. Esse tipo de reação ocorre com absorção de energia, e por isso é denominada de reação endoergônica. Parte da energia liberada pelos processos catabólicos é utilizada pelos processos anabólicos.

CATABOLISMO:
É a degradação (quebra) de moléculas maiores, mais estruturadas e complexas, em moléculas menores. Esse tipo de reação ocorre com a liberação de energia sob a forma de calor, sendo por isso denominada de reação exoergônica.

Postado por admin - 7 de setembro de 2009 at 11:21

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Alimentação do seu cão

O cão, no seu estado selvagem era um animal cuja alimentação era essencialmente carnívora. Vivendo em matilha, caçava pequenas presas que devorava juntamente com os restantes membros do grupo. Este facto, levou a que durante muitos anos, se defendesse que os cães deveriam ser alimentados à base de carne crua. Verificou-se depois, que isso era insuficiente para satisfazer as suas necessidades, pois apesar de lhe ser fornecida proteína em quantidade, surgiam carências em açúcares, gorduras e fibras; Talvez isto se justificasse porque na natureza, apesar do cão se alimentar apenas da sua presa, ingeria fibras presentes na pele, assim como gordura.

Há veterinários que defendem, ainda, que uma alimentação correcta deve incluir algumas refeições de carne crua, no entanto, tem-se verificado cada vez menor aceitação de tal teoria, pois essa carne crua é eventual transmissora de doenças.

Alguns proprietários, recorrem a sobras das suas próprias refeições para alimentar os seus animais de estimação: contam estar a fazer o certo, fornecendo ao animal uma alimentação variada, saborosa (graças aos temperos utilizados) e que lhe dá imenso prazer, nomeadamente ao roer ossos que sobraram do almoço ou jantar da véspera. Estes donos, com boas intenções, estão a prejudicar o seu animal. Embora muita gente considere que “o cão é para comer restos”, o seu aparelho digestivo é tão sensível como o do humano ou mesmo mais; Não tolera certos alimentos (carne de porco e derivados, por exemplo), e os temperos prejudicam, inclusive a qualidade do pêlo. Os ossos, que tanto prazer dão ao animal, chegam a ser fatais, principalmente se forem fáceis de transformar em lascas, as quais ao progredirem ao longo do tubo digestivo vão causando diversas feridas ou mesmo perfurações gravíssimas.

O amor que alguns proprietários dedicam ao seu animal faz com que lhe pretendam dar o melhor tipo de alimentação possível: Dedicam horas à preparação de cozinhados mais ou menos elaborados, em que incluem carne ou peixe da melhor qualidade, legumes variados e arroz ou massa, por vezes condimentando para dar “mais gosto”. Dificilmente aceitam que o cãozinho não se importe de comer duas refeições seguidas do mesmo alimento. Esta forma de alimentação, aproxima-se mais do que seria ideal, pois entra-se em conta com as diferentes necessidades do animal, no entanto, é praticamente impossível em nossas casas, elaborar refeições que englobem tudo o que o cão necessita e principalmente nas doses adequadas. Para além deste contra, é um tipo de alimentação que se torna muito caro e trabalhoso, principalmente se se tratar de um animal de raça grande.

O mercado dos produtos para animais aumentou imenso nos últimos dez anos e com ele a indústria dos alimentos para cão, que evoluiu de tal forma que são inúmeras as marcas que conseguimos encontrar nas prateleiras dos supermercados, com embalagens mais ou menos atractivas e preços acessíveis. Contudo nem todas as marcas têm a qualidade que pretendemos fornecer aos “nossos amigos de quatro patas”.

Os alimentos enlatados, extremamente apetitosos para os cachorros e cães adultos, são facilmente degradáveis uma vez aberta a embalagem; Para além disso, incorporam uma elevada percentagem de água, o que faz com que o animal não veja satisfeitas as suas necessidades. Muitas vezes os corantes e conservantes associados fazem com que os cães mais sensíveis se ressintam, apresentando distúrbios intestinais (timpanismo – “gazes abdominais”, diarreias, vómitos…

A forma mais correcta de alimentar o nosso animal de estimação passa pela compra de rações leofilizadas, vulgarmente designadas de “rações secas”, “croquetes” ou “bolinhas”. Existem nas mais variadas formas e paladares, com embalagens que vão desde poucas gramas até cerca de 20 quilogramas. Duma forma geral são agradáveis ao paladar do animal, tendo como vantagens o facto de serem extremamente práticas, prontas a comer, exigindo apenas uma taçinha de água ao lado para que o animal sacie a sede, enquanto se vai deliciando com este tipo de alimento.

Dentro das várias marcas disponíveis, podem-se distinguir dois tipos: a gama standard, de larga distribuição a supermercados, e a gama dito premium que só é comercializada em lojas da especialidade e clínicas veterinárias. As primeiras são vendidas a preços extremamente acessíveis, mas nem sempre são de boa qualidade. Nas premium prima-se pela utilização de ingredientes de melhor qualidade – opta-se geralmente pela carne fresca, com elevada digestibilidade e responsável pelo aporte da proteína animal que deve corresponder a um mínimo de 12% (o ideal é 25%) da energia fornecida pela ração; teor em fibra (geralmente sob a forma de trigo, arroz ou milho, sendo o primeiro, o mais facilmente digerível) entre os 2 e 5%, assegurando correcto funcionamento gastrointestinal, sem excessos que aumentem o volume fecal; maior quantidade de cálcio para cães em crescimento ou cadelas em lactação(cerca de 1.3%), menor teor de gordura para animais obesos, por oposição aos 30% a fornecer a uma fêmea em lactação, assim como suplementos ricos em vitaminas (A, C, D, E, K e complexo B), etc. O correcto balanceamento dos nutrientes faz com que o animal ingira diariamente pequenas quantidades de alimento; A simultânea ou posterior ingestão de água, fará com que os pedaços de ração aumentem de volume no estômago (ao serem hidratados) e o animal fique satisfeito. Desta forma, uma ração que à primeira vista pareceria muito cara, torna-se bem mais económica:

- o animal come menor quantidade, e a embalagem torna-se mais rentável;

- não temos qualquer incómodo a confeccionar alimento;

- salvo em casos de crescimentos rápidos, dispensa-se os suplementos vitaminicos e minerais;

- o animal crescerá saudável, com pêlo brilhante, pele saudável, dentes sãos (menor tendência à formação de tártaro) e fezes sempre moldadas.

Para satisfazer o animal mas essencialmente para que o dono sinta que está a dar um prazer especial ao seu cão, pode fornecer-lhe muito espaçadamente (no máximo, uma vez por semana) uma refeição confeccionada por si, incluindo sempre carne (nunca de porco, e sempre desossada) ou peixe cozido, sem tempero, acompanhada por arroz cozido e com legumes (cenoura, nabo, agrião, alface…). Como “mimo”, o cão só deve comer, esporadicamente, biscoitos próprios para cães, ou pedaço de fruta, cenoura crua; por vezes uma bolacha de água e sal. Se pretender dar um osso ao seu cão para que ele o roa demoradamente, recorra unicamente ao osso do joelho de vaca, o qual ele não conseguirá fragmentar, e portanto não lhe causará problemas.

Seguindo estes conselhos, os nossos amiguinhos felpudos crescerão mais saudáveis e poderemos partilhar a sua companhia durante muito tempo.

Postado por admin - 7 de setembro de 2009 at 11:16

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