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Adestramento Pitbull – Corrigir Falhas

• Apatia: incentive-o a uma boa brincadeira.
• Cansaço: suspenda a aula, para não prejudicar a assimilação.
• Desatenção: veja o que o distrai (outros cães por perto; fêmeas no cio, mesmo distantes; e problemas de saúde como verminoses, otites, jarretes de vaca e pulgas).Se não conseguir eliminar a causa, finalize a aula.
• Excesso de agitação: relaxe-o. Alise a pelagem no sentido contrário do pêlo. Isso altera o comportamento do cão, faz com que fica atento a aula.

Postado por admin - 17 de setembro de 2009 at 19:52

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Adestramento Pitbull – Didática

• O princípio básico da educação canina é simples. Consiste em evitar que o cão adqüira maus hábitos, eliminando oportunidades que o favoreçam e repreendendo-o quando erra. Ao mesmo tempo, é muito importante elogiá-lo quando age corretamente; para reforçar o bom comportamento.

Postado por admin - 17 de setembro de 2009 at 19:48

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Adestramento Pitbull – Uso de enforcador e Guia

• Neste estágio, as aulas serão dadas com guia e enforcador, obviamente dispensáveis após o domínio dos comandos. Antes de iniciar, habitue o cão a usar estes importantes acessórios.

COMANDO: NÃO

Idade: 3 meses
Resultado: O cão interrompe ações indesejáveis.
Aprendizado: 3 a 5 meses
Equipamento: Enforcador, usado o dia inteiro sem guia.
Pré-requisitos: Nenhum. Se tiver o “NÃO” preparatório, melhor.
Uso: Todos os dias.

• Quando o cão fizer algo reprovável, diga “NÃO” e puxe o enforcador, provocando leve enforcada.
• Se o enforcador estiver atrelado à guia, puxe-a .
• Interrompida a ação, elogie-o com moderação, sem afagos.

COMANDO: DESCE

Idade: 3 meses
Resultado: O cão tira as patas de cima de uma pessoa.
Aprendizado: 3 a 5 meses.
Equipamentos: Enforcador, usado o dia inteiro e guia de 1,5m na aula.
Pré-requisito: “NÃO”. Se tiver o “DESCE” preparatório, melhor.
Uso: Dia-a-dia.

• Se o cão apoiar as patas em alguém, puxe a guia para cima e para a direita ou esquerda. As patas dianteiras dele deixarão de ter apoio. Diga “DESCE”.
• Use a guia reduzida e esticada.
• Não empurre o peito do cão com os joelhos.
• Ele cairá apoiando as patas no chão. Afrouxe a guia.
• Não o acaricie para não motivá-lo a pular em cima de você quando quiser carinho.

COMANDO: QUIETO

Idade: 3 meses
Resultado: O cão pára de latir
Aprendizado: 3 a 4 meses
Equipamento: enforcador, usado o dia inteiro sem guia.
Uso: dia-a-dia.
Se o cão latir muito sem motivo, diga “QUIETO”. Puxe firmemente o enforcador. Isto tira o ar e ele pára de latir. Não o elogie. Ele pode acostumar a latir para ganhar carinho

COMANDO: AQUI

Idade: 3 meses
Resultado: O cão vem até si para brincar.
Como deve ser: O comando deve ser com entusiasmo.
Aulas: Cerca de 30, descontraídas.
Local: ao ar livre, com espaço para brincar.
Equipamentos: Bolinha e guias de 1,5 e 10 m com enforcador.
Pré-requisitos: Cão interessado pela bolinha. “NÃO” e “PROCURA” (preparatório). Se tiver passado pelo “AQUI” preparatório, melhor.
Uso: Dia-a-dia, guarda e provas de adestramento.

• Guarde a bolinha no bolso, ponha a guia no cão e fique em frente dele.

- não projete o tórax. Isto incentiva o cão a saltar contra si. Se o fizer, diga “NÃO”.

• Pegue a bola e incentive o cão a abocanhá-la, movimentando-a . Esconda-a atrás das costas para aumentar o interesse.
• Lance a bola a cerca de 1m.
• Se ele não a for buscar, puxe-o até si e volte ao passo 2.
• Ao apanhar a bola, diga “AQUI” até ele vir à sua frente. Normalmente, o cão traz a bola, pois gosta de brincar.
• Estando na sua frente, com ou sem bola na boca, faça carinho. O objetivo principal é ele aproximar-se de si.
Repita 3 vezes por aula

. • A cada 4 aulas aumente um pouco a distância da bola, desde que tenha dominado o exercício.
• Passando os 2m, trabalhe com a guia de 10 m.

COMANDO: SENTA – FICA (1)

Idade: 4 meses
Resultado: O cão senta com seu auxílio.
Aulas: 8 a 15, com atenção e disciplina
Como deve ser: O comando no “SENTA” deve ser moderado e com meiguice: no “FICA”, firme.
Equipamentos: guia de 1,5m com enforcador.
Pré-requisito: “NÃO”
Uso: todos os fins

• Ponha a guia no cão. Segure-a com a direita e reduza-a a 50 cm. Fique à direita dele, virado de frente para ele.
• Ponha o pé direito na frente dele, para ele não avançar.
• Se estiver irriquieto, alise a pelagem no sentido oposto ao pêlo. Ou então, diga “NÃO” e puxe o enforcador para o lado oposto do movimento.
• Estique a guia para cima e para a frente, como se fosse um prolongamento da espinha dorsal do cão.
• Não puxe demais para não enforcar.
• A guia vertical ou para trás o faz recuar para sentar, o que é errado.
• Diga “SENTA”. Com a direita, puxe levemente a guia para cima e para frente. Force a garupa para baixo com a esquerda.
• a argola do enforcador deve estar embaixo do pescoço, à direita, para facilitar os movimentos.
• Ao começar a baixar a traseira, alivie a pressão sobre a garupa. Eleve um pouco a guia com a direita.
• Pressão demais prejudica por fazê-lo retesar os músculos.
• Se ele sentou apenas sobre uma das coxas, puxe a guia para cima e para frente, até ficar sobre as duas.
• Ao apoiar os posteriores no chão, elogie-o e acaricie-o .
• Conduza a guia a 30 cm acima da cabeça dele. Alinhe-a verticalmente à cabeça , reduzindo-a para ficar esticada (não retesada). Fique assim por 5 a 20 segundos. • Não mova a guia para não tirar o cão da posição certa.
• Comande “FICA”. Destaque as sílabas. Elogie-o . Deixe-o nesta posição por 15 segundos, sem retesar a guia.
• Se o cão estiver irrequieto ou tentar levantar-se, comande “NÃO” e “FICA”. Faça uma leve pressão no enforcador, elevando a mão direita.
• Acaricie-o . Faça-o levantar-se e ficar, puxando a guia para frente e para baixo, sem forçar para ele não andar. Elogie-o e dê carinho.
• Se preciso, dê um toque na coxa ou levante o posterior dele com a ponta de seu pé.

Repita 5 vezes por aula

No intervalo, deixe-o livre por 3 minutos para relaxar a musculatura.

COMANDO: JUNTO (1)

Idade: 4 meses
Resultado: O cão, na guia anda ao seu lado em linha reta.
Como deve ser: O comando deve ser moderado,com entusiasmo.
Aulas: 8 a 12, no quintal (faça a trajetória até o portão).
Local: 10 x 10 m
Equipamentos: guia de 1,5, com enforcador
Pré-requisito: “NÃO”
Uso: todos os fins.

• Ponha a guia no cão. Segure-a com a direita. Faça-o sentar-se à sua esquerda. Reduza-a para acertar o tamanho.
• Diga “JUNTO” e comece a andar devagar com o pé esquerdo, puxando-o pela guia.
• O primeiro passo deve ser marcante para o cão percebê-lo bem.
• Ande 10 m em linha reta com a guia afrouxada.
• Faça o cão acompanhá-lo. Não o siga.
• Não o olhe, para ele não sair da linha reta.
• Se ele tentar liderar, puxando-o para frente, dê meia-volta. Diga “JUNTO” e ande recolhendo a guia.
• Se ele tentar ultrapassá-lo, puxe a guia suavemente. Diga “JUNTO”.
• Se ele parar, comande “NÃO” e JUNTO” e vá para a direção oposta.
• Quando estiver próximo de si, acaricie as costas com a esquerda, afrouxando a guia, sem parar de andar.
• Percorridos 10 m, parar, travando a guia. O cão sentará.
• Retome ao ponto de partida. Diga “JUNTO”, ande uns 5 m e faça meia-volta em cima de seus pés. Puxe a guia. O cão executará meia-volta ao redor de seu corpo e continuará à sua esquerda.
• Pare. Faça o cão sentar-se. Elogie-o e faça carinho.

Repita 3 vezes por aula.

COMANDO: SENTA – FICA (2)

Idade: 4,5 meses
Resultado: O cão senta sem você ajudá-lo.
Aulas: 8 a l5
Local: 15 x 15m
Pré-requisitos: “SENTA” – “FICA” (1) e “NÃO”
Uso: Todos os fins.

• Ponha a guia no cão. Reduza-a a 50 cm. Deixe-a frouxa.
• Ande 5 m com o cão à sua esquerda. Pare e faça o cão parar ao lado da sua perna (com a direita suspenda a guia e com a esquerda segure o suporte do mosquetão, trazendo o cão ao lado de sua perna).
• Diga “SENTA”. Puxe um pouco a guia para cima e para frente, sem forçar a garupa para baixo. Se ele não sentar, dê um toque contínuo de guia para cima e para frente. Se não der certo, retome o “SENTA-”FICA” (1). Se sentar, elogie-o .
• Se sentar torto, com a mão esquerda espalmada na garupa aproxime a traseira dele às suas pernas. Com a direita eleve a guia na direção oposta. Não puxe o pêlo, nem ponha a ponta dos dedos no ventre, para não causar dor. Se não funcionar, refaça este passo.
• Diga “FICA”. Com a direita, alinhe a guia verticalmente à cabeça do cão. Deixe-o assim por 5 a 15 segundos. Faça carinho.

Repita 5 vezes por aula. Intercale com brincadeiras de 3 minutos.

COMANDO: JUNTO (2)

Idade: 5 meses
Resultado: O cão anda ao seu lado e faz conversões.
Aulas: 6 a 10
Local: 15 x 15 m
Equipamentos: guia de 1,5 m com enforcador
Pré-requisitos: “NÃO” e “JUNTO” (1)
Uso: Todos os fins.

• Passos 1 ao 3 do JUNTO (1).
• Diga JUNTO. Vire à direita em ângulo reto, trançando a perna esquerda à frente da direita para o cão sentir bem o movimento.
• Percorridos 5m, vire à direita. Diga “JUNTO”.
• Ande 5m e vire à esquerda em ângulo reto.
• Trave a guia. O cão virá até si e não atrapalhará a conversão. Trance a perna direita adiante da esquerda passando-a pela frente do cão, e vire à esquerda. Destrave a guia e diga JUNTO.
• Ande mais 5 m e vire à esquerda. Diga “JUNTO”.
• Faça meia-volta. Diga “JUNTO”. Vá em linha reta até o lugar onde iniciou a aula. Faça o cão sentar-se, elogie-o e dê carinho.

Repita 3 vezes por aula.

• Quando executar com perfeição, crie novas trajetórias como ziguezagues ou círculos.

Trabalhe com outras velocidades. Introduza a marcha lenta e, depois, o trote. Finalmente, trabalhe com o cão solto

COMANDO: STAY – FICA (1)

Idade: 5 meses
Resultado: O cão se levanta com auxílio e fica em pé.
Como deve ser: O comando deve ser moderado e firme.
Aulas: 8 a 15, com paciência.
Local: 5 x 5 m, calmo
Equipamentos: guia de 1,5 m, com enforcador.
Pré-requisitos: “NÃO” e “SENTA-FICA” (2)
Uso: exposição.

• Segure a guia com a mão direita, reduzida a 30 cm. Fique à direita do cão, virado para ele.
• Comande “SENTA”. Deixe-o assim por 5 segundos e diga “STAY”, pausadamente. Com a direita puxe a guia para baixo e para frente. Levante a coxa direita dele com a ponta do pé esquerdo, para que erga os posteriores (movimento inverso ao “SENTA”)
• Estando com a garupa levantada, diga “FICA”, sem mover o pé esquerdo.
• Com a esquerda puxe os joelhos traseiros para recuar um pouco as patas.
• Se ele mudar de posição, diga não.
• Com a mão direita perto da garupa, mude a guia para a esquerda. Comande “FICA” e dê com ela, quase na vertical, um leve toque para trás, freando eventuais movimentos.
• Se ele mexer, diga “NÃO”. Dê pequenos toques para trás. Diga “FICA”.
• Deixe-o no “FICA” por 15 segundos. Faça carinho. Libere-o para lazer.

Repita 4 vezes por aula, com intervalos para não cansar o cão.

Cada vez aumente o tempo do “FICA”.

COMANDO: SENTA – FICA (3)

Idade: 5 meses
Resultado: O cão senta por quanto tempo você quiser.
Aulas: 10 a 20
Local: 15 x 15m
Equipamentos: guias de 1,5 e 10 m com enforcador.
Pré-requisitos: “NÃO” e “SENTA-FICA” (2)
Uso: todos os fins.

• Ponha guia sobre a palma esquerda a uns 30 cm acima do centro da cabeça do cão. Ao desfazer as voltas de redução na direita, a alça encostará no chão.

• Levante a mão espalmada esticando a guia. Comande “FICA”. Projete a palma direita em direção ao olho do cão, sem tocá-lo ou curvar para frente, para que fique parado e atento.

- Não estique nem mova a guia para os lados para ele não sair do lugar.

• Mantenha-o atento. Dê leves toques com os dedos direitos sob o maxilar dele.
• Suspenda os toques. Comande “FICA” e dê um passo lento à frente com o pé direito. Vire-se à esquerda. Você ficará totalmente de frente para o cão. Junte sua perna esquerda à direita. Os pés ficarão lado a lado.
• Diga “FICA”. Recue 1 passo. Dê consecutivos toques de guia para cima, para ele não baixar a cabeça nem levantar os posteriores.
• Se ele mexer, comande “NÃO” e “FICA”, em tom enérgico.
• Se sair do lugar, pressione um pouco o enforcador. Puxe a guia para cima. Leve-o ao local onde estava. Comande “SENTA” e reinicie pelo passo 5 até o “FICA” estar bem assimilado.
• Após 15 a 60 segundos, volte à direita do cão. Dê um toque nas costas dele. Comande “JUNTO”. Ande com ele para relaxar a musculatura.
• Não finalize esta seqüência com carinhos, pois criaria ansiedade, prejudicando a execução posterior do exercício.
Repita 5 vezes por aula.

-Vá aumentando o tempo do “FICA”.

-Depois, aumente também a distância do cão. Ao chegar em 1m, trabalhe o “FICA” rodeando (meio-círculo) o cão.Sempre a olhar para ele, dê o comando de diversos ângulos.

-A seguir, faça um círculo completo. Não mova o enforcador, para o cão não sair do lugar.

-Executado bem, use a guia de 10 m. aumente, aos poucos, a distância. Ao atingir 10 m, trabalhe sem guia.

COMANDO: VOLTA (1)

Idade: 5 meses
Resultado: O cão volta para onde estava sentado.
Como deve ser: O comando deve ser repreensivo.
Aprendizado: 5 a 6 semanas.
Local: 15 x 15
Equipamentos: guia de 10m com enforcador.
Pré-requisitos: “NÃO” e “SENTA-FICA” (2)
Utilidade: é um ” NÃO” acrescido de ação.
Uso: dia-a-dia

• Ponha a guia no cão. Fique à direita dele. Comande “SENTA”. – Obedecendo, elogie-o . Se não, ensine novamente o “SENTA” .
• Comande FICA. Afaste-se desenrolando a guia até o cão sair do lugar, surgindo assim a oportunidade de dar o comando.
• Comande VOLTA. Aponte para onde estava, movendo seu indicador a partir do umbigo até a altura do ombro, com o braço esticado.

- Se não obedecer, repita o comando. Não surtindo efeito, leve-o pelo enforcador ao local indicado, dizendo VOLTA. Ao chegar, comande SENTA e volte ao passo 2.

• Obedecendo, elogie-o e dê carinho.

COMANDO: STAY – FICA (2)

Idade: 5,5 meses
Resultado: O cão se levanta e fica em pé.
Aulas: 8 a 15.
Local: 15 x 15m calmo.
Equipamentos: guia de 1,5m com enforcador.
Pré-requisitos: “NÃO”, “SENTA-FICA” (2) e STAY (1).
Uso: Exposição.
Ponha guia no cão. Segure-a com a direita, reduzida. Ande com ele por 5 m. Trave a guia. Ele sentará. Se não o fizer, comande SENTA.

• Deixe-o sentado por 5 segundos. Diga STAY. Puxe a guia para baixo e para frente. Ao levantar, elogie-o .
- Caso não obedeça, afaste-se e dê toques contínuos de guia para baixo e para a frente até ele se levantar. Se não funcionar, levante e dê um leve toque com o pé nas patas de trás.
Não dando certo, coloque o pé no ventre. Ou retome o “STAY-FICA” (1). – Se os joelhos traseiros estiverem muito para frente, puxe-os para trás.
• Comande “FICA”. Deixe-o assim por 5 a 15 segundos. Faça carinho.
• Repita 3 vezes por aula. Intercalar com o AQUI e o JUNTO, exercícios mais movimentados, relaxa os músculos.
• Vá reduzindo os toques de guia.

COMANDO: AQUI (2)

Idade: 5,5 meses
Resultado: O cão vem até você e fica à sua frente.
Aulas: 8 a 15
Local: 15 x 15m, plano, ao ar livre.
Equipamentos: guias de 1,5 e 10 m com enforcador.
Pré-requisitos: “PROCURA” (preparatório), “AQUI” (1) e “SENTA-FICA” (3).
Uso: dia-a-dia, guarda e provas de adestramento.

• Ponha a guia no cão, ande alguns passos com ele e comande “SENTA”. Fique à frente dele, sem projetar o tórax para a frente, para não incentivá-lo a saltar sobre si.
• Se saltar, diga “NÃO”.
• Recue 5 passos devagar, para ele não acompanhá-lo. Se o fizer, comande “SENTA” e “FICA”. Se não obedecer, retome o ensino destes comandos.
• Diga “AQUI”. Recolha a guia sem trancos até ele ficar bem pertinho, à sua frente. Dê-lhe carinho.

Repita 3 vezes por aula. No final, libere-o para lazer.

• dominado o exercício, trabalhe sem guia.

Postado por admin - 17 de setembro de 2009 at 19:42

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Adestramento Pitbull – Preparação

• Este estágio corresponde a um “aquecimento” para o curso. Dispensável para cães com mais de 90 dias é, entretanto, muito útil para acelerar o aprendizado dos estágios posteriores

COMANDO: NÃO

Idade: 45 dias
Resultado: O filhote interrompe acções indesejáveis.
Como deve ser: O comando deve ser enérgico e repreensivo, mas sem associá-lo a medo. Nunca em tom choroso.
Uso: Todos os fins.
Logo após a acção reprovável, diga “NÃO”. Eleve um pouco a voz. Com uma das mãos, segure o filhote pela nuca. Com a outra, sacuda-o por baixo do pescoço (na altura da faringe), com os dedos fechados e unidos.

• Este gesto simula os cães advertindo os filhotes.
• Assimilando o comando, elimine as sacudidelas.
• Nada de elogios ou carinhos, para evitar associação positiva

COMANDO: QUIETO

Idade: 45 dias
Resultado: O filhote pára de latir.
Como deve ser: O comando deve ser firme e enérgico (Esse comando evita usar o “não” para uma atitude normal do cão)
Uso: Dia-a-dia.
Se o cão latir muito, veja o motivo. Se justificado, elogie-o e suspenda a aula. Do contrário, diga QUIETO e ponha a mão por baixo do focinho, envolvendo-o com os dedos. Faça uma leve pressão por 5 segundos e solte-o. Se ele latir, repita este passo com mais pressão .Não o elogie. Ele pode se acostumar a latir para ganhar carinho.

COMANDO: AQUI

Idade: 45 dias
Resultado: O filhote vem até você sem a sua ajuda.
Aula: descontraída
Como deve ser: O comando deve ser usado com entusiasmo. E em situações de risco, enérgico como uma ordem.
Equipamentos: Coleira de couro e corda de náilon de 1,5m.
Local: Qualquer local.
Pré-requisitos: Nenhum. Se atende pelo nome e já usa corda de náilon, melhor.
Uso: Dia-a-dia, guarda e provas de adestramento.
Coloque a corda de náilon no filhote. Fique à frente dele e chame-o pelo nome, sem ir até ele. Diga “AQUI”. Traga-o até você, com delicadeza, puxando a corda. Agrade-o . Repita 3 vezes por aula

COMANDO: PROCURA

Idade: 45 dias.
Resultado: O filhote localiza um objeto atrás de suas costas.
Aulas: em momentos descontraídos
Como deve ser: O comando deve ser festivo.
Aprendizado: de 3 a 6 meses
Local: Onde o cão possa brincar.
Utensílio: Bolinha para filhotes.
Uso: Dia-a-dia, guarda e provas de adestramento.
Pegue a bola. Chame o cão para brincar. Quando chegar, faça carinho. Mostre a bola e ponha na frente do focinho para que capte o odor dela e o de sua mão. Movimente-a para despertar o interesse dele, fazendo-o abocanhá-la. Esconda a bola atrás das costas. Ele não a verá mais. Diga “PROCURA”. Incentive-o com elogios.
Atenção: Se não estiver entretido na brincadeira, crie estímulos. Faça, por exemplo, a bolinha rolar e comande “PROCURA”. Repita este passo. Quando ele achar a bolinha, dê-a para ele. Faça carinho e grande festa. Repita 3 vezes por dia.

COMANDO: DESCE

Idade: 60 dias
Resultado: O cachorro tira as patas de cima de uma pessoa.
Como deve ser: O comando deve ser firme e repreensivo. É um “NÃO” com conceito de movimento.
Equipamento: Coleira para o cachorro, usada o dia inteiro sem guia.
Pré-requisito: “NÃO” (preparatório)
Uso: Dia-a-dia.

1. Se o cão apoiar as patas em alguém, comande “NÃO”. Se ele obedecer, suspenda a aula.
2. Com uma mão na parte inferior do pescoço do cão, empurre-o para cima, deslocando-o para o lado. A coluna ficará esticada para cima e ele perderá o apoio dos dianteiros.
3. Ele movimentará as patas dianteiras no ar. Diga “DESCE” e retire a mão do pescoço. Ele descerá apoiando as patas no chão.
4. Ponha a palma da mão, que servia de apoio, sobre a cabeça do cão. Pressione-a por 5 segundos, mostrando que deve ficar no chão. Elogie-o .
- Assimilado o comando, diminua a intensidade do “NÃO” até eliminá-lo de vez

Postado por admin - 17 de setembro de 2009 at 19:34

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Quando começar o adestramento do seu Pit Bull

• Idade para iniciar: 45 dias, quando começa a reter o que capta ao seu redor.
• Lugar ideal: use o quintal (por ser o território do cão, é o lugar mais difícil de dominá-lo) Aos 3 meses, após vacinar, a aula pode ser fora de casa, em local sossegado. No campo, é proveitoso e aumenta o interesse.
• Horário: até 10 h da manhã ou após as 15 horas, sempre 2 horas após as refeições, para evitar preguiça e problemas digestivos como torção estomacal.
• Duração: 15 minutos bastam. À medida que o cão tiver avançado no adestramento, aumente a duração da aula gradativamente. Na etapa avançada do curso (comandos REVISTA, GUARDA e ATACA), a aula pode ter 45 minutos com intervalos de 3 a 5 minutos entre os exercícios, pois o cão já adquiriu resistência.
• Freqüência: 3 aulas por semana. Menos, diminui o rendimento.

Postado por admin - 17 de setembro de 2009 at 19:30

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Adestramento Pitbull – Motivação para seu Pit Bull

• Antes de iniciar, brinque e converse. Comece com exercícios já conhecidos, para reforçar a autoconfiança do cão. • Habitue-o aos comandos: familiarize-o com os sons dos comandos, com descontração. Por exemplo, se estiver a passear e surgir um obstáculo, diga SALTA, mesmo que ele ainda não tenha estudado o comando. • Seja claro: ensine um passo por vez. Não interrompa um exercício misturando-o, logo em seguida, com outro. Memorize os passos para a aula fluir naturamente. Não permita que outra pessoa dê comandos junto com você, o que pode confundir o cão.

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Postado por admin - 17 de setembro de 2009 at 19:27

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Adestramento Básico para seu Pitbull

• Habitue o cão à sua voz e ao nome dele: fale bastante com ele nos primeiros dias que estiver consigo. • Defina bem as proibições: logo que o cão chegar, defina juntamente com seus familiares um código de conduta para ele. Todos devem coibi-lo nas infracções. • Evite os maus hábitos: não deixe chinelos e meias perto do cão, nem permita que tenha acesso a lugares onde possa roer pés de mesa, chinelos, etc. Criar hábitos indesejáveis exige que os corrija depois.

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Postado por admin - 17 de setembro de 2009 at 19:23

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Acessórios para Cães

ÍTENS PARA CONDUZIR O CÃO

Conheça os acessorios que vamos utilizar, a sua utilidade e uso correto.

Coleira: de couro ou náilon.

Enforcador: de ferro niquelado (não enferruja e é mais resistente), com corrente de elos pequenos e circulares (não enroscam na pelagem nem cortam os pêlos). Varia de tamanho conforme o porte do cão.

Guia: tira de couro ou algodão com 1,5m (para trabalho à curta distância), de náilon com 10 m (longa distância) e de náilon com 1,5 m para filhotes. Em uma extremidade tem a alça que fica na nossa mão e, na outra, uma argola onde usa-se o mosquetão.

Mosquetão: prende a guia à coleira ou enforcador. O modelo italiano é o mais resistente.

Peitoral: correia de couro usada no treinamento de faro, exercícios de tração e condicionamento para guiar cegos.

PEÇAS ÚTEIS

Estaca portátil: é útil nas aulas para prender o cão quando houver necessidade.

Bolinha: de borracha, proporcional ao tamanho da boca do cão, de forma que possa abocanhá-lo sem engolí-la.

Haltere: de madeira, de 600 g (para cães de grande porte), 300 g (médios) e 200 g (pequenos).

Comedouro com suporte: de alumínio, por ser mais resistente às mordidas. O suporte é para o cão não se acostumar a apanhar a comida do chão.

Porta-objetos: pochete colocada no cinto para guardar o material usado na aula, deixando as mãos livres.

EQUIPAMENTOS AVANÇADOS

Equipamentos avançados

Obstáculo para salto: com dispositivo que regula a altura.

Biombo: de duas folhas portáteis (em madeira ou lona) de 0,75 x 1,90 m, com visor.

Indumentária para o figurante: macacão de couro, mangas ou luvas de proteção e vara flexível de náilon revestida de couro.

Postado por admin - 7 de setembro de 2009 at 11:42

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O que são Suplementos Alimentares

Suplementos alimentares são produtos destinados a complementar a dieta normal tanto em calorias como também em proteínas, carboidratos, gorduras, vitaminas, minerais e fibras, podem estar juntas ou ser específicas (dependendo das necessidades de cada cão).
Os suplementos existem para atender necessidades, como para melhora de estado físico (Ex.: aumento ou diminuição de peso) ou para cães que necessitam de suplementação específica, tanto para atletas de Agility, Pulling, etc, quanto para melhora de estado de saúde. Evidentemente que tais produtos não são destinados a substituir a dieta normal do cão, mas sim funcionam como coadjuvantes para a melhora da condição física.

Entre os suplementos, os mais utilizados em Pit Bulls, Staffordshires, Rottweilers e American Bulldogs são os protéicos (produtos de predominância de proteínas em sua composição e tem como intuito aumentar a ingestão destes nutrientes ou complementar a dieta, cujas necessidades protéicas não estejam sendo supridas satisfatoriamente pelas fontes alimentares habituais) e os vitamínicos (sobretudo aqueles com concentração de vitaminas do complexo B).

Por outros fatores, como por exemplo a idade, alguns animais podem apresentar problemas que levam à necessidade de adequação da dieta e ao uso de suplementação alimentar. Tais como:

• Suplementação com complexo B, vitamina A e gorduras essenciais por causa da pelagem;
• Hipertrofia da próstata, que comprime e reduz os movimentos do intestino;
• Problemas de coluna, que podem causar paralisia parcial ou integral do intestino;
• Problemas nos rins, que necessitam de dieta hipoprotéica e suplementação de complexo B e vitamina C;
• Necessidade de reposição de cálcio para manutenção dos ossos;
• Suplementação com minerais (sobretudo ferro e complexo B) para animais com problema de medula óssea, que se torna insuficiente para a produção de glóbulos vermelhos.

Postado por admin - 7 de setembro de 2009 at 11:30

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O que são esteroides anabólicos, anabolizantes, bombas

Um Esteróide Anabólico (Anabolizante, AE, Bomba, etc) é todo hormônio que possua um núcleo esterol na sua estrutura química e que estimule a construção de um tecido, nesse caso, o muscular. Vários hormônios são anabólicos sem serem esteróides (HGH, Insulina, etc) e vários são esteróides sem serem anabolizantes (cortisol, aldosterona, etc).

Os AE agem basicamente no organismo aumentando o anabolismo (produção de músculo) e diminuindo o catabolismo (destruição do músculo). Em sua ação direta encontramos o favorecimento de balanço nitrogenado positivo e o aumento da síntese protéica muscular (aumento do número de mensagens para essa síntese pelo RNA mensageiro) e em sua ação indireta está a inibição da ação catabólica do cortisol, favorecer o aumento do IGF 1 e possivelmente a inibição da atividade da miostatina. Diversos AE possuem ação não relacionada com os receptores androgênicos, mas ainda não estão totalmente esclarecidas (como exemplo os produtos como Stromba, Nabolic e Winstrol, a base da droga Estanozolol).

Como muito ouve-se falar existem drogas muito tóxicas para o fígado, estas são chamadas de 17 Alfa-alquilado (17 AA) e são Esteróides aos quais foi anexado um grupamento químico alquil na posição alfa do carbono 17, isso impede a hidrolização do AE na primeira passagem pelo fígado, fazendo com que a droga tenha que passar várias vezes por esse órgão até ser totalmente metabolizada, aumentando o tempo de vida útil e ação periférica no tecido muscular do AE, mas esse processo faz com que as células hepáticas trabalhem muito além do normal, o que pode causar inflamação e extravazamento das enzimas, aumentando os valores de TGO e TGP em testes sanguíneos. Geralmente esse processo é transitório e não causa sintomas de doenças no fígado e com a descontinuação do uso da droga os problemas tendem a regredir. Entre os produtos tóxicos ao fígado, os mais conhecidos são o Hemogenin (Oximetolona) e o Winstrol Depot (Estanozolol aquoso).

Já com as drogas androgênicas, como exemplo as testosteronas, ocorre a aromatização que é a conversão de androstenediona e testosterona em estronas e estrogênio pela enzima aromatase.
Quanto ao risco de haver atrofiamento dos testículos:

A administração de quantidades adicionais de AE (com exceção da Mesterolona) inibe o eixo hormonal, iniciando pelo hipotálamo, e como esse para de produzir o GnRH, todos os estímulos são interrompidos, e os testículos param de funcionar. Tentar manter as doses em quantidades mínimas eficazes e por um tempo razoável é útil. Em algumas ocasiões, devido a altas doses de drogas androgênicas, os testículos do cão atrofiam permanentemente.

Postado por admin - 7 de setembro de 2009 at 11:29

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