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Pitbull Surdez

Muitos são os mitos que se atribuem ao cão surdo. Muita gente rejeita o escolhido amigo canino depois de diagnosticada a surdez porque acha que isso significa que o cão é pouco inteligente, que não será capaz de aprender o básico para viver dentro de casa, que é temperamental e que o mais certo é ser atropelado assim que sair à rua. Nada mais errado.
Um cão surdo é tão feliz e amável como qualquer outro, inteligente e ansioso por aprender e por ter atenção do dono. Precisa talvez de uma dose maior de paciência, mas não da nossa pena ou rejeição
E os resultados são tão compensadores como com um cão que ouve, isto é, um companheiro para toda a vida, brilhante e afectuoso.

Causas da surdez

Um cão pode nascer surdo. Há registos de 35 raças com probabilidades genéticas de originar cachorros surdos, mas mesmo nessas raças as percentagens são muito baixas. Apenas os dálmatas apresentam um percentagem mais alta. 30% destes belos cães nascem surdos. Os Boxers, , e Montanhas dos Pirinéus são outras das raças comuns entre nós que podem sofrer desse defeito genético.

Mas todos os cães são passíveis de perder a audição, quer por doença, ferimento ou velhice. Diagnosticar a surdez do animal pode ajudar a compreendê-lo e a evitar mal-entendidos.

O diagnóstico definitivo de surdez só pode ser dado pelo teste BAER (Brainstem Auditory Evoked Response), mas este é bastante caro. Os testes caseiros e a consulta veterinária determinam com quase toda a segurança a surdez bilateral (dos dois ouvidos) ou unilateral (de um ouvido só). Afinal, ninguém conhece melhor o cão do que o dono e o seu veterinário.

Se notar que o seu cão, quer seja apenas um cachorro ou um adulto perfeitamente integrado na família, não responde quando o chamam; ou responde apenas quando está virado de frente para si, dorme mais do que o habitual, não acorda senão quando tocado, se vira na direcção errada quando o chamam, abana a cabeça ou coça as orelhas muitas vezes, pode estar perante sinais de surdez.

Pode fazer alguns testes para confirmar as suas suspeitas: com o cão virado de costas para si e à distância suficiente para não sentir as vibrações do ar e do chão, abane um molho de chaves, aperte um brinquedo que chie, bata palmas, ligue o aspirador, bata com dois objectos um no outro ou toque uma campainha. Lembre-se que o cão pode reagir se sentir as vibrações destes testes. Em todo o caso, leve-o ao seu veterinário. Ele, melhor do que ninguém, poderá fazer um diagnóstico mais preciso. Pode até acontecer que o cão tenha o canal auditivo bloqueado e o caso se resolva com uma limpeza.

A comunicação é essencial

Um cão surdo aprende com tanta facilidade como qualquer outro. Só que não ouve. Portanto é preciso aprender a comunicar com ele. A comunicação gestual dá grandes resultados. O cão aprenderá os gestos correspondentes às ordens que lhe quer dar, aos objectos, às actividades, tudo o que lhe queira ensinar.

Aos 5 ou 6 anos a maioria dos cães conhece até 50 sinais. Com um ano pode entender até 20. Pode começar com os básicos: senta, deita, fica, vem, rua, bola… O cão aprenderá imediatamente a procurar sinais nas suas mãos e expressões faciais, assim como nos objectos, como a tigela da comida ou a trela.

Comprar um livro de bolso de linguagem gestual é uma óptima opção porque além do dono aprender, pode facultar os sinais básicos a qualquer pessoa que necessite de ficar com o cão por alguma circunstância (o veterinário, por exemplo).

Chamar o cão pode ser um problema se ele se afastar demasiado. Dentro de casa ou em espaços limitados, pode chamá-lo batendo no chão com o pé ou acendendo e apagando luzes. Fora de casa, mantenha-o SEMPRE à trela.

Tenha especial atenção no treino de acordar um cão surdo, porque isto exige muita paciência e cuidado. Faça-o sentir os seus passos e toque-lhe suavemente. Habitue-o a ser tocado sempre no mesmo local, no ombro, por exemplo. Muitos mitos errados sobre a agressividade dos cães surdos são originados por sustos causados por acordares bruscos. Lembre-se que qualquer cão assustado por reagir mal, tente fazê-lo sentir-se sempre em segurança.

Exercício é sempre essencial

Qualquer cão precisa de exercício para se manter feliz e saudável. No entanto, um cão surdo não deve ser deixado nunca à solta, pois não ouve os chamamentos do dono e pode fugir para longe e perder-se, além de que não ouve os carros e pode ser atropelado. A trela é essencial, assim como uma etiqueta com nome do animal, contactos do dono e menção de surdez.
Pode ainda ter uma campainha para o poder localizar se ele se afastar. Uma coleira corporal, em vez de uma de pescoço, anula a possibilidade de o cão, se assustado, recuar e a trela escapar pela cabeça.
Se tem jardim ou pátio, este deve ser vedado, para impedir que o cão escape para a rua.

Basta seguir algumas regras básicas para que o seu companheiro especial desfrute de uma vida feliz e repleta de bons momentos consigo.

10 dicas para lidar com um cão surdo:

1 – Aprenda a comunicar com o seu cão
2 – Faça-o sempre saber que está por perto
3 – Seja sempre gentil
4 – Treine-o com muitas recompensas e encorajamento
5 – Permita que se aproxime de estranhos farejando primeiro as suas mãos.
6 – Vedar os espaços exteriores onde o cão vive é essencial para a sua segurança.
7 – Estabeleça um treino regular e contínuo
8 – Ame-o e aceite-o com as suas necessidades especiais
9 – Prenda-o a si dentro de casa para o ajuste inicial, educação básica, relacionamento e segurança dele.
10 – Nos passeios, mantenha-o sempre á trela e perto de si, dá segurança a ambos. Coloque uma etiqueta na coleira com o nome e os seus contactos e a menção de “SURDO”.

Postado por admin - 7 de setembro de 2009 at 10:51

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Pitbull CASTRAÇÃO

Há diversos benefícios de saúde em castrar o cão. Um dos mais importantes é a próstata, que sob a influência da testosterona ampliará gradualmente durante o curso da vida dos cães. Com o envelhecimento, é provável tornar-se incómodo e pode interferir com a defecação. A próstata sob a influência da testosterona fica também mais predisposta a infecções. Castrar faz com que a próstata encolha e evite a hiperplasia benigna da mesma que é incómoda.

Ao contrário do que se pensa, a castração não diminui a ocorrência do cancro da próstata .

Outros benefícios de saúde da castração incluem a prevenção de determinados tipos de hérnias e de tumores dos testículos e do anus.

QUE MUDANÇAS COMPORTAMENTAIS PODEM ESPERAR APÓS A CASTRAÇÃO?

As únicas mudanças do comportamento que são observadas após castra relacionam-se aos comportamentos influenciados pelas hormonas masculinas. As brincadeiras, a amizade, e a socialização com seres humanos não são alterados .

Os comportamentos que mudam são os menos desejáveis. O interesse em vaguear é eliminado em 90% de cães castrados. O comportamento agressivo relativamente a outros machos é eliminado em 60% de cães castrados . A marcação urinária é eliminada em 50% de cães masculinos castrados. A monta imprópria é eliminada em 70% de cães castrados .

EM QUE IDADE PODE CASTRAR O CÃO?

A intervenção cirúrgica pode ser executada depois das 8 semanas de idade. Os cães castrados antes da puberdade (geralmente 6 meses) tendem a crescer um bocado mais do que os cães castrados após a mesma. A castração pode também ser executada no paciente geriátrico se a próstata crescer e neste casos devem ser efectuados exames complementares antes da cirurgia.

EXCESSO DE PESO?
O nível de actividade e o apetite não mudam com a castração. Um cão não deve ganhar peso em excesso bastando para isso que controle a sua actividade e alimentação.

Postado por admin - 7 de setembro de 2009 at 10:21

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DISPLASIA COXOFEMORAL

A displasia coxofemoral caracterizasse por um desenvolvimento anormal do acetábulo e da cabeça fémur. Ou seja, a articulação entre a bacia e os membros traseiros fica prejudicada já que não há um encaixe satisfatório entre a bacia e o fémur.
Existe uma frequência maior de ocorrência dessa doença em raças grandes como Pastor Alemão, São Bernardo, Bullmastif, Rottweiler; mas nada impede que ocorra em cães de raça média e pequena e nos gatos há relatos de displasia mais freqüentemente em siameses.
pode acometer os dois membros traseiros ou apenas um Embora o tamanho seja um fator que influencia na ocorrência da displasia, o sexo nada tem a ver. Podendo machos e fêmeas serem comprometidos. É importante salientar que a displasia tem caráter genético. Por isso, se seu animal foi diagnosticado como displásico, sugerimos que ele se submete a uma esterilização ou que você se certifique que ele não cruze.
Além do aspecto genético, há o aspecto nutricional e o ambiente em que o animal vive que influenciam bastante no desenvolvimento de displasia. O animal nasce sadio e durante o crescimento aparecem os sinais de displasia que geralmente aparecem a depois dos 5 meses e as vezes só tardiamente aos 5 anos de idade, e variam de acordo com a gravidade do problema são eles:

• Mancar, principalmente após esforço físico
• Sensibilidade Dolorosa
• Dificuldade em se locomover
• Andar imperfeito, cambaleante, dos membros posteriores
• Algumas fonte citam ainda a “corrida de coelho” onde o animal junta os membros anteriores e posteriores ao correr, a partir dos 5 meses como indício de displasia

De acordo também com o grau de severidade da doença, o tratamento varia desde apenas o controle da dor causada pela doença até complexas intervenções cirúrgicas inclusive com substituição total da articulação por uma prótese. Há algumas medidas que podem ser auxiliares no aparecimento da displasia

• Evite a obesidade pois o sobrepeso força as articulações
• Evite esforços físicos extremos que forcem demasiadamente o animal ou precoces
• Evite piso liso. O ideal é um piso crespo como o de cimento varrido que dá mais apoio ao animal
• Natação moderada a partir dos 3 meses pode auxiliar no fortalecimento das articulações
• Andar na areia molhada (Não na fofa) da praia de forma moderada também pode auxiliar no fortalecimento das articulações

Lembre-se que mesmo um cão aparentemente sadio que corre, pula, salta sem demonstrar sinal de sensibilidade dolorosa pode Ter algum grau de displasia. O diagnóstico só pode ser confirmado com auxílio de raio X.
A radiografia só se torna forma de diagnóstico definitiva após ossificação completa do esqueleto. No entanto, alguns veterinários utiliza, raio x em filhotes como meio de constatar o retardo do início da ossificação da cabeça do fêmur como indício de um provável animal displásico e fazer o acompanhamento desde cedo.
Essa ossificação varia de acordo com a idade. Em cães pastores alemães, exemplo da raça mais afetada por displasia, essa ossificação já pode ser visualizada por volta dos 15 dias de vida.
Mesmo que o raio X apenas sugira uma leve tendência a displasia o animal não deve jamais ter descendentes. Lembrem-se, o controle da displasia está nas mãos dos proprietários.

Postado por admin - 7 de setembro de 2009 at 10:17

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DIROFILARIOSE CANINA

Para os menos esclarecidos, esta doença traduz uma infestação parasitária de vermes redondos no sistema cardiovascular. Iac! Não é? Este verme cardíaco é conhecido por Dirofilaria immitis e transmite-se por meio da picada de um mosquito do género Aedes, Culex ou Anopheles. Como os mosquitos se reproduzem em meios húmidos e quentes (charcos, lagos, piscinas, jardins), existem certas regiões em maior risco (zonas portuárias, localidades perto de rios jardins, etc) sendo o Estoril, Cascais e Almada zonas muito endémicas. Com a proliferação dos mosquitos, especialmente nesta altura do ano, é natural que esta doença se propague com mais facilidade agora. E ao contrário do que muita gente pensa, esta doença também pode afectar os gatos! MAS NUNCA OS SERES HUMANOS.

TRANSMISSÃO DA DOENÇA:

Tudo começa numas pequeninas larvas existentes no sangue de um cão doente. Se existirem machos e fêmeas estes alojam-se no coração, desenvolvem-se até à idade adulta e reproduzem-se. A dirofilária fêmea após ser fertilizada, chega a libertar milhares de larvas (microfilárias) para a corrente sanguínea do cão. Nesta altura caso o cão seja picado por um mosquito, este engole algumas larvas, albergando-as no seu organismo. Ao fim de 10 a 48 dias elas desenvolvem-se em larvas infectantes.

Se este mesmo mosquito picar um cão desprotegido, depositará as larvas na pele desse cão, durante uma refeição de sangue. Dentro de 3 a 4 dias essas larvas penetram no sangue, em direcção ao coração (o alvo final), onde se desenvolverão até à idade adulta. Durante a viagem pela corrente sanguínea cada larva sofre 2 mudas (a primeira 4 a 7 dias após o início da sua viagem e novamente 50 a 70 dias mais tarde). Ao cabo de 3 meses após a muda final, as larvas maturam dentro da aurícula e ventrículo direitos do coração e artérias pulmonares do cão. Chegam a atingir 12 a 30 cm de comprimento! E o ciclo continua indefinidamente.

Os cães raramente contraem esta doença de outra forma. A cadela pode passar algumas larvas para os seus cachorros através da placenta, tornando-os portadores da doença. Porém estas necessitam passar pelo mosquito a fim de poderem adquirir capacidade de maturar até serem adultas. Sendo assim, as microfilárias passadas pela mãe, morrem ao fim de algum tempo sem chegar ao coração.

SINTOMAS:

Tosse, dificuldade em respirar, apatia, perda de sangue por algum orifício natural (boca, nariz ou uretra), perda de peso, aumento do ritmo cardíaco e respiratório. Por vezes cegueira, intolerância à luz, nódulos cutâneos e alterações ao nível das glândulas salivares. Alguns animais têm dirofilariose sem ter sintomas, o que é péssimo, podendo o animal ficar sem ser diagnosticado nem tratado durante meses até aparecerem os primeiros sintomas.

DIAGNÓSTICO:

Um cão infectado pode albergar tantas quantas 250 dirofilárias adultas no seu coração. A doença afecta o animal em várias frentes mas basicamente é a nível dos sistemas cardiovascular e respiratório que se concentram os principais problemas. Os vermes podem penetrar nos pulmões pela artéria pulmonar, cujo aumento de pressão exercido pelas dirofilárias pode provocar a rotura desse importante vaso, causando a morte súbita do animal. A presença de muitas dirofilárias nas câmaras direitas do coração conduzem a insuficiência cardíaca de maior ou menor grau especialmente a nível da válvula tricúspide (que separa a aurícula direita do ventrículo direito).
O tratamento pode ser médico ou cirúrgico, mas pode pôr em risco a vida do animal. Para já faz-se o diagnóstico correcto por meio de análises ao sangue. Um dos métodos consiste no exame microscópico directo de uma amostra de sangue após coloração ou concentração (tenta-se visualizar e identificar o parasita. Existem muitas larvas que não são de dirofilária e que não são tão maléficas e por vezes é difícil distinguir umas das outras.
Daí este teste ter apenas uma eficácia de 50 a 60%. Outro teste mais fiável consiste na pesquisa de anticorpos contra as dirofilárias fêmeas (apenas 1 em cada 1000 cães dá falso positivo). Fazem-se exames complementares, nomeadamente hemograma, electrocardiograma, radiografia torácica e perfil bioquímico sanguíneo para ver até que ponto o animal aguentará o tratamento.

TRATAMENTO:

É muito arriscado tratar um cão com dirofilariose, é caro e por vezes os resultados não são os desejados. O tratamento depende da gravidade do caso. Se houver grave risco de embolia pulmonar devido à morte súbita dos vermes, requer-se cirurgia de coração aberto.
Esta é normalmente mal tolerada e pode ser fatal. De uma maneira geral os veterinários após o diagnóstico correcto recomendam o internamento do cão e iniciam o tratamento ou injectável ou via oral. O objectivo é matar as dirofilárias e permitir a sua desintegração.

Se a morte delas for repentina ou o animal não ficar em absoluto repouso, pode haver embolia pulmonar ou rotura da artéria pulmonar, o que é fatal. As dirofilárias demoram cerca de um mês a morrer totalmente! Daí ser um processo muito caro, com hospitalização e monitorização constantes. Os medicamentos não são nenhuns santinhos e podem causar efeitos adversos tais como letargia, vómitos e perda de apetite. 6 semanas depois o cão leva um medicamento para matar as microfilárias a fim de deixar o corpo “limpinho” de vermes.

PREVENÇÃO

Antigamente quando não havia os medicamentos preventivos actuais, tinha de se lutar contra os mosquitos. Tal luta é muito difícil e incompleta. Felizmente temos à disposição no mercado português alguns fármacos preventivos de dirofilariose sob a forma de comprimidos que devem ser administrados mensalmente de preferência todo o ano, pois no nosso clima é provável que hajam mosquitos em certas áreas 12 meses por ano.
Alguns veterinários torcem o nariz a administrar estes medicamentos a cães adultos, pois se eles tiverem já microfilárias em circulação pode-se dar uma reacção negativa que pode ser fatal para o animal. O ideal é fazer as análises para constatar que o animal não é portador da doença e só então prevenir.

É bastante positivo fazer a prevenção mensal em cachorros com mais de 8 semanas de idade. Alguns destes fármacos englobam a Ivermectina e a Milbecina Oxima.
Também há apresentações específicas para prevenção em gatos. Estes medicamentos podem estar associados no mesmo comprimido a outros antiparasitários que combatem os vermes redondos intestinais e em breve poderemos ter no mesmo comprimido um inibidor do desenvolvimento da pulga. Imagine: uma só toma mensal contra vermes intestinais, dirofilárias e pulgas.
A ciência oferece agora um vasto leque de possibilidades para proteger o seu cão. Informe-se junto do seu veterinário a melhor solução para o seu caso.

Postado por admin - 7 de setembro de 2009 at 10:15

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Sarna Demodécica Canina

A demodicose canina é uma doença de pele de carácter inflamatório, na qual um número maior que o normal de Demodex canis habitam a pele. A proliferação inicial dos ácaros pode ser devido a desordens genéticas ou imunológicas. Apesar dos variados agentes empregues até agora como tratamento, a Demodicose generalizada crónica continua a ser uma doença dermatológica frustrante.

DESENVOLVIMENTO:

1 – O PARASITA:

O ácaro, Demodex canis, faz parte da fauna normal da pele canina em muito pequeno número. Quando a doença se instala este povoam a pele aos milhares. Residem nos folículos pilosos e ocasionalmente nas glândulas sebáceas e apocrinas sudoríparas. O ciclo biológico estima-se que seja entre 20 a 35 dias e é realizado inteiramente no animal hospedeiro.

2 – TRANSMISSÃO:

A transmissão dos ácaros nos canídeos ocorre por contacto directo durante os primeiros 2 ou 3 dias depois do nascimento, na fase inicial da amamentação. Os parasitas são inicialmente evidenciados no focinho dos cachorros, realçando a importância do contacto directo e da amamentação.

3 – PATOGÉNESE:

A patogénese desta doença ainda não está completamente desvendada, embora haja uma forte evidência de predisposição hereditária na demodicose generalizada. É comum o aparecimento em certas raças puras tais como: Collie, Galgo Afegão, Pastor Alemão, Cocker Spaniel, Doberman Pincher, Dálmata, Boxer e Pointer.

A explicação para o desenvolvimento desta doença reside numa resposta celular imunológica anormal que permite a proliferação descontrolada dos ácaros na pele.
Foi considerada a hipótese da demodicose generalizada ser uma manifestação hereditária, específica de um defeito das células T para Demodex canis, sendo permitido ao ácaro multiplicar-se em elevado número, induzindo a produção de uma substância humoral que causará uma supressão generalizada de células T.
Há factores que predispõem ao desenvolvimento da demodicose, como sejam o cio, o parto e o parasitismo intestinal. Nestes casos, a aplicação de um simples tratamento tópico é o suficiente para a cura completa, depois de efectuada a castração, desparasitação e dieta adequada.
A demodicose generalizada é, em primeiro lugar, uma doença de animais jovens, mas poderá ocorrer espontaneamente em cães idosos. Neste último caso deverá ser realizada uma história pregressa cuidadosa em relação à administração recente de drogas imunosupressoras, ou a presença de doenças imunosupressoras tais como neoplasias ou hiperadrenocorticismo.

4 – TIPOS DE DEMODICOSE: A doença manifesta-se sob duas formas clínicas:

a) Demodicose localizada: Caracteriza-se por uma ou duas áreas alopécicas delimitadas, pequenas, com graus variados de eritema, escamosas e hiperpigmentadas. Não são frequentes o prurido e a piodermite secundária. As lesões situam-se normalmente na cabeça, pescoço e membros anteriores, mas podem eventualmente aparecer noutra regiões do corpo do animal.

b) Demodicose generalizada: Surge, em princípio, em animais de raça pura com idade inferior a um ano e meio. Aproximadamente 10% das lesões de demodicose localizada podem, gradualmente ou rapidamente, dar origem a um quadro de demodicose generalizada.

Observa-se alopécia difusa, eritema, edema, seborreia, crostas e piodermite secundária. A piodermite pode apresentar-se moderada e superficial ou severa e profunda com furunculose e celulite. Prurido e linfadenopatia generalizada estão normalmente associados.

A doença pode ocorrer ainda sob a forma de otite externa, eritematosa e ceruminosa. Nos casos de pododermatite demodécica, esta afecta unicamente as patas

5 – DIAGNÓSTICO:

A raspagem profunda de pele e posterior observação ao microscópio é a melhor forma de diagnóstico. O pêlo deve ser cortado na área de raspagem, de seguida aperta-se gentilmente a pele entre o dedo indicador e o polegar para facilitar a saída dos ácaros dos folículos pilosos. A raspagem com lâmina de bisturi deve ser suficientemente profunda até que a zona raspada sangre.
Para confirmação do diagnóstico é necessário encontrar um número elevada de ácaros adultos ou formas imaturas assim como ovos. O focinho, (especialmente à volta dos lábios) e as patas são duas zonas favoritas dos ácaros e devem ser escolhidas como zonas iniciais de raspagem. Em situações especiais, uma biópsia de pele pode ser realizada para confirmação do diagnóstico.
Devemos referir que é primordial realizar raspagens de pele em todos os casos de piodermite canina, seborreias e doenças cutâneas das patas.
O hemograma dos cães afectados com demodicose generalizada demonstra que mais de 50% tem anemias não regenerativas, normocíticas ou normocrómicas, assim como níveis de Tiroxina sérica baixos (T4), coincidente com doenças cutâneas crónicas.
O cio, assim como a gestação podem provocar recidiva. É aconselhável realizar a ovarioectomia de todas as fêmeas que foram recuperadas após tratamento. Não devemos aconselhar a utilização de animais curados para reprodução.
Quando, num animal idoso, se desenvolve uma demodicose generalizada, uma doença interna ou neoplasias malignas poderão aparecer no prazo de um ano e o proprietário deverá ser prevenido dessa possibilidade.

Postado por admin - 7 de setembro de 2009 at 10:06

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Dermatoses Endócrinas Caninas

As patologias de origem em alterações endócrinas são relativamente comuns, sendo mais frequentes o hipotiroidismo e o hiperadrenocorticismo.
O primeiro sinal que chama a atenção para estas patologias é a presença de áreas de alopecia (perda de pêlo) normalmente bilaterais e simétricas, associando-se a ocorrência de pelagem seca e sem brilho e de difícil crescimento após a sua remoção. Estas dermatoses normalmente são do tipo não pruriginosa (não provocam comichão) salvo em casos crónicos devido a quebra da barreira de protecção imunológica da pele que determina a pioderma secundária e seborreias frequentemente pruriginosas

Hipotiroidismo Canino

A tiróide é a glândula responsável pela produção de T3 e T4 importantes para a manutenção da taxa metabólica normal nos sistemas orgânicos incluindo-se a pele. O hipotiroidismo é considerado a alteração endócrina mais frequente do cão. Os sintomas mais comuns associados ao hipotiroidismo envolvem a pele, sendo comum a alopécia simétrica ou assimétrica, localizada ou generalizada, normalmente evidenciadas nas áreas de atrito constante, atingindo 85% dos casos. Também é comum a ocorrência de infecções bacterianas, lesões papulares e vesiculosas com crostas, principalmente na pele da cabeça e tórax.
É frequente o aparecimento da alopécia completa da cauda (cauda de rato) e pêlos que são removidos com facilidade mas que apresentam difícil crescimento. Os pêlos remanescentes normalmente apresentam-se de cor mais clara, mais finos, quebradiços e de aspecto crespo e baço.
O mixedema ou mucinose cutânea é de ocorrência rara nos cães mas comum nos casos de hipotiroidismo, e deve-se ao acúmulo de ácido hialurônico na pele, pelo que estes animais apresentam uma face característica denominada comummente de “face trágica”.
A ocorrência de prurido é rara, mas torna-se comum quando ocorrem patologias de pele associadas com a diminuição da imunidade da pele tais como infecções bacterinas (piodermas profundos-furunculose ou superficiais-foliculite) ou doenças parasitárias. A pele pode apresentar seborreia (caspa) seca ou oleosa e dermatite seborreica no início da doença, evoluindo para uma perda da elasticidade, espessamento, hiperpigmentação e feridas de difícil cicatrização.
O diagnóstico do hipotiroidismo é feito com base em dois critérios. Primeiro, através da sintomatologia clássica da diminuição da função da tiróide, que inclui entre outros sinais a letargia, sonolência, depressão, intolerância ao exercício, obesidade, vómito, anemia, infertilidade, etc. Segundo, pela determinação do valor de hormona T4 circulante no sangue. Também deve servir como apoio ao diagnóstico quando a incidência for em animal de meia idade (4 a 9 anos), de raça de médio a grande porte, sem predilecção, entretanto, para sexo.

Hiperadrenocorticismo Canino (SCC)

A hiperfunção adrenal é de ocorrência rara nos cães e é também conhecida como Síndrome de Cushing Canina (SCC) sendo caracterizada por excessiva produção de glucocorticóides, particularmente o cortisol, pela córtex da glândula adrenal.
Embora a faixa etária de ocorrência seja ampla, tem sido mais observada na idade média de 8 anos e o sexo feminino costuma ser mais acometido principalmente nas raças Poodles, Dachshunds e Boxers.
Os sinais de pele são os mais evidentes nos cães com hiperadrenocorticismo e em cerca de 65% a 90% dos casos é comum observar-se ocorrência de alopecia bilateral simétrica, hiperpigmentação, pele mais fina, seborréia seca e infecção da pele. Entretanto, os sintomas gerais incluem aumento da ingestão de água (polidpsia), aumento do volume de urina (poliúria), distensão abdominal, ausência de cio, atrofia e fraqueza muscular e atrofia testicular.
O diagnóstico baseia-se principalmente na história e exame físico, e o diagnóstico definitivo é feito através de análises específicas.

Postado por admin - 7 de setembro de 2009 at 10:03

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Dermatite Atópica

O que é a dermatite atópica?

A dermatite atopica canina (dermatite alérgica, atopia canina) é uma doença cuja sintomatologia se desenvolve após exposição repetida ao(s) alergeno(s), nomeadamente ácaros do pó ou pólen. A maioria dos cães manifesta os primeiros sinais alérgicos entre o 1º e 3º ano de vida. Devido ao carácter da doença, determinadas raças de cães, tais como retrievers, setters, dálmatas, boxers, bulldog, poodles, pastores alemães são mais predispostas a serem atopicas, contudo, a maioria dos cães pode desenvolver atopia. A incidência da doença, tal como na medicina humana, tem vindo a aumentar ao longo dos últimos anos.

Como se manifesta a dermatite atópica?

Os animais atópicos têm muito prurido (comichão), lambem frequentemente as patas e friccionam a face no chão. A pele começa a ficar eritematosa (ruborizada) e pode progredir para um estado mais grave com infecção, alopécia (perda de pêlo), seborreia, hiperpigmentação. Os espaços entre os dedos, em torno dos olhos, focinho, axilas, virilhas, são as zonas geralmente mais afectadas. Otites externas e conjuntivites estão presentes com muita frequência em cães atópicos.

Como se diagnostica a dermatite atópica?

O diagnóstico definitivo é feito após um exame clínico detalhado e em testes de sangue realizados num laboratório especializado. Estes testes permitem identificar a sensibilidade individual de cada animal a inúmeros alergenos, tais como: pólen de árvores, plantas, gramíneas, ervas, arbustos, pó da casa, fungos, bolores.

Há tratamento para a dermatite atópicas?

O resultado dos testes de sangue permite elaborar uma vacina específica com uma pequena quantidade de cada alergeno ao qual o animal é hipersensível (tratamento de hiposensibilização ou imunoterapia).
Adicionalmente à imunoterapia, podem ter que administrar-se outros medicamentos. Actualmente, existem disponíveis em Medicina Veterinária fármacos capazes de controlar eficazmente os animais atópicos.

Qual a probabilidade de sucesso do tratamento?

O sucesso do tratamento depende de vários factores, incluindo o estado geral de saúde do animal, as causas e a severidade da sintomatologia, da alergia e da própria resposta do paciente aos tratamentos instituídos.

As etapas para o sucesso no tratamento da atopia são:

Identificação dos alergenos aos quais o animal é sensível, através de testes alérgicos – Tratamento de imunoterapia
Redução da concentração dos alegenos no ambiente
Respeitar a medicação recomendada pelo Médico Veterinário para controlar os sinais clínicos
Acompanhamento frequente por parte do Médico Veterinário para avaliação da evolução do caso clínico.

Postado por admin - 7 de setembro de 2009 at 10:01

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Dermatite Aguda Húmida

O que são dermatites agudas húmidas?

As dermatites agudas húmidas (DAH), também designadas de dermatites piotraumáticas ou hot spots, são lesões bacterianas da pele localizadas. As DAH surgem quando ocorre uma irritação localizada da pele que produz inflamação e comichão. Consequentemente, o animal lambe e mordisca a região, o que ainda exacerba ainda mais o processo inflamatório.

Qual é a causa de uma dermatite aguda húmida?

As DAH surgem quando algo irrita a pele e se inicia um ciclo de comição-coçar. Causas comuns incluem pulgas, processos alérgicos, doenças parasitárias, doenças dos sacos anais, picada de mosquitos, moscas ou carraças. As DAH são comuns na época do Verão, e surgem com mais frequência na região lateral da cabeça ou nos flancos.

Como se diagnosticam as DAH?

Tipicamente, o animal apresenta:
Áreas com perda de pêlo, pele vermelha, húmida e exudativa;
Comichão intensa;
Em alguns casos, a pele apresenta-se com crostas.

Como se tratam as DAH?

Rapar e limpar as áreas afectadas com soluções antibacterianas adequadas.

Interromper o ciclo de comichão-coçar, para prevenir a automutilação. A administração oral de medicação é instituída de acordo com as características da lesão.

Quando há infecção bacteriana secundária, esta deve ser tratada. Em alguns casos é necessário prescrever um antibiótico adequado.

Postado por admin - 7 de setembro de 2009 at 9:52

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Pitbull Alergias

Porque fazem alergias os nossos animais?

A alergia é uma doença do sistema imunitário, o qual reage anormalmente a determinadas substâncias designadas alergenos. Uma reacção alérgica pode ser causada através da inalação ou da ingestão de alergenos, ou pode ser consequência do contacto directo com o alergeno ao qual o animal é sensível.
As alergias têm várias causas, sendo que algumas destas têm origem genética. Os sinais clínicos das alergias ocorrem quando o animal é exposto a uma concentração elevada de alergenos aos quais é sensível. Com exposição contínua a estes alergenos, os animais tendem gradualmente a aumentar a gravidade da sintomatologia.

Mas afinal, a que são alérgicos os nossos animais?

A dermatite alérgica à picada da pulga (DAPP) é o problema de pele mais comummente diagnosticado nos cães e gatos que vivem em climas quentes e húmidos ou temperados, como é o caso da Europa Ocidental e Mediterrâneo. Basicamente, refere-se a uma reacção de hipersensibilidade aos alergenos existentes na saliva da pulga.
Nas alergias de origem alimentar incluem-se manifestações de hipersensibilidade a um ou mais componentes da dieta. Os alergenos alimentares mais comuns são: componentes da carne bovina, equina, leite e derivados, peixe, alimentos enlatados, etc.
As dermatites por contacto alérgico surgem quando o animal é exposto a determinadas substâncias, dependendo o quadro clínico da frequência, duração do contacto, propriedades alergizantes da substância e sensibilidade individual do animal. Sensibilizantes comuns incluem: materiais de limpeza, tintas, plásticos, shampoos, corantes de tecidos, adesivos, etc.
Alergenos ambientais (polens, ácaros do pó, fungos) podem conduzir determinados animais mais hipersensíveis a desenvolver um quadro de atopia ou dermatite atópica.

Como se manifestam as alergias?

O sinal mais comum de um quadro alérgico é o prurido (comichão) intenso, irritação da pele e lambedura ou mordedura dos membros ou de outra parte do corpo. Nas áreas mais comummente afectadas, incluem-se: extremidades dos membros, redor dos olhos e boca, orelhas, axilas, virilhas, base da cauda. Num quadro crónico e prolongado, toda a superfície corporal pode surgir afectada e complicada com uma infecção bacteriana secundária.

As alergias podem ser prevenidas?

A maioria das doenças alérgicas têm carácter hereditário, assim sendo, não há forma alguma de preveni-las. As alergias podem ser controladas, mas não prevenidas. O melhor controlo é realizado, quando se consegue evitar a exposição do animal aos alergenos aos quais este é sensível. Por exemplo, se o animal é alérgico à picada da pulga, é importante um controlo de infestação por pulgas. Existem alergenos, tais como fungos, bolores, poléns e ácaros, que são mais difíceis de evitar. Por conseguinte, é importante controlar a alergia do animal com formas alternativas.

Postado por admin - 7 de setembro de 2009 at 9:50

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Piómetra

A piómetra é uma infecção do útero. É mais comum em fêmeas adultas, com mais de seis anos de idade, não castradas. A administração de estrogénios a cadelas e a administração de progesterona a gatas aumenta o risco de piómetra.

É uma patologia uterina mediada pela progesterona em cadelas e gatas. A progesterona é a hormona feminina responsável pela manutenção da gestação. No entanto, todas as fêmeas, gestantes ou não, estão expostas a grandes concentrações desta hormona durante 45 a 75 dias após o cio. A progesterona aumenta o risco de infecção bacteriana em úteros não gestantes. As bactérias estão geralmente na vagina mas podem afectar o útero. A Escherichia coli é a espécie bacteriana mais comum em infecções uterinas.

A piómetra pode ocorrer com ou sem corrimento vaginal, dependendo da possibilidade do conteúdo uterino passar através da cérvix. A piómetra aberta caracteriza-se por um corrimento vaginal purulento ou até sanguinolento, com muito mau odor; a piómetra fechada não apresenta qualquer tipo de corrimento o que a torna uma situação mais grave dado que os donos não identificam a existência de um problema numa fase precoce do seu desenvolvimento. As fêmeas com piómetra fechada podem ficar gravemente doentes, pode haver ruptura uterina e aparecimento de toxemia, que põe em risco a vida do animal.

Os sintomas mais comuns são:

- Corrimento vaginal;

- Perda de apetite;

- Febre;

- Letargia;

- Perda de peso;

- Vómitos;

- Aumento da ingestão de água (polidipsia);

- Aumento da produção de urina (poliúria);

Os sintomas sofrem um agravamento com o passar dos dias. Se não houver tratamento evoluem para uma desidratação severa, colapso e morte.

O diagnóstico de piómetra é feito com base nos sinais clínicos e em alguns exames complementares. As análises ao sangue e à urina são compatíveis com uma infecção e podem ainda avaliar se outros órgãos foram afectados pela doença. A radiografia abdominal deve ser efectuada, juntamente com a ecografia abdominal, para confirmar o diagnóstico e visualizar o aumento das dimensões uterinas.

O tratamento de eleição é a remoção cirúrgica dos ovários e do útero – ovariohisterectomia. É o tratamento melhor, mais fiável, mais rápido, mais seguro e menos dispendioso. O animal deve ser estabilizado antes da realização da cirurgia, deve fazer fluidoterapia e antibioterapia e ficar internado para acompanhamento médico após a cirurgia.

A prevenção pode ser feita através da castração (ovariohisterectomia) o mais cedo possível na vida do animal.

Postado por admin - 7 de setembro de 2009 at 9:48

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